sexta-feira, 26 de março de 2021

Bruna.

 De volta ao mesmo problema? Novamente vaguei, fundamento? Não há, apenas problemas emocionais.
Há necessidade de registrar aqui o que foram os anos Bruna. Porém, não será hoje.

sábado, 11 de fevereiro de 2017

Percebo que amo ideias. Pessoas precisam inspirar, caso contrário é difícil não se entediar.

Neste casa em específico há uma reviravolta, melhor eu esperei uma. Cá tenho uma pessoa da qual eu julgava ser um ser capaz de inspirar-me. Mas, outra vez me vejo rodeado de trivialidades.

Amei a ideia que criei dela, já ela...

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Acho que minha incapacidade (ou azar) em me conectar com humanos está me levando para o caminho contrário, o Metafísico. Minha solidão está se tornando insuportável. Tento racionalizar algumas questões afetivas, mas ainda sim parecem não ser corretas, ou  melhora dizendo: natural.

domingo, 13 de novembro de 2016

Outra surpreendente necessidade é a de fuga. Já é aceitável nos sujeitarmos a situações degradantes para ter algum dinheiro. E depois de gastar muito tempo de vida nesses espaços, gasta-se o dinheiro para esquece-los.

Me surpreende a incrível necessidade de atenção da qual necessito. Me agarro com todas as forças a projetos, problemas e pessoas apenas para sentir o mágico conforto e o carinho de alguém, por mais falso que seja...

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Essa carência é minha ruína?
Na verdade essa necessidade alucinada de sacia-la é!

Meus olhos e minha consciência se voltam para o exterior, eu sou por mim mesmo esquecido.

Não mais. Aprendo, finalmente o valor do egoismo.

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Outra nota.

Me pego pensando na dificuldade que tenho em socializar, principalmente em flertar. Descobri tarde demais que estou na direção errada, contudo não é algo que eu possa mudar, minha trajetória, meus traumas me fizeram assim. Minha antipatia está na incapacidade de estabelecer conexões com as pessoas. Não por desinteresse, mas aparentemente tal coisa não é mais tão importante, basta um belo rosto e alguns amigos comentando "se viu que tal saiu com tal" que o relacionamento já ganha legitimidade.

Uma nota

As vozes nos imaginamos e até nos sentimos no topo do mundo. Uma sensação ótima. É o nosso momento, a vida flui, o mundo está a seu serviço, és admirado. Mas o efeito das bebidas passa, música abaixa e você está de volta a sua condição inicial. Sem glamour, sem adrenalina e sem vontade de seguir. Sua cabeça só pensa em quando será possível reviver tal experiência, seja na balada, seja na cama. No fim, aceitar a condição é difícil e dói. Quantas pessoais nesse país se denominam latino americanas? Um país feito de sucata, que dá o pouco que tem para viver as experiências dos ricos. Difícil dizer, mais difícil é aceitar.

Latino, pobre, ganha 3mil reais e no fundo do poço. O pior de tudo isso é que essa previsão é de alguém que está "bem de vida". Imagine os ruins...

Mais um

Recentemente completei um ano em Ribeirão, na casa do meu pai e minha vida nunca foi tão infeliz. Ainda estou me perguntando as razões para tal desprazer. No fundo acredito que tem me faltado coragem. Não estou assumindo riscos e mais uma vez estou vivendo para as impressões. Consegui um emprego deprimente, sou subjulgado por pessoas completamente ignorantes e desprovidas de qualquer sensibilidade ou sentido. Um festival de vazio, quando muito algum valor metafísico.

O pior de tudo isso é que não estou encontrando saída para isso. Tenho olhado para todos lados e atento a todos os olhares, e como sempre essa vontade niilista me abraça.  Por hora apenas alguns planos me consolam. Minha existência nesse último ano está carregada de péssimos adjetivos.

terça-feira, 19 de abril de 2016

Isso provávelmente funcionaria bem como enredo de algum filme hilpster.
Cá estou eu, eu um velório, no meio da madrugada pensando o quando a vida é sem sentido. Concluindo que todos os rituais, palavras e etc. que são preferidas ao lado do cadáver são para confortar  pessoas que possuem (assim como eu) desenvolvimento emocional igual de uma criança.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Eu conheço minha dor,
Ela nunca me deixou,
Nos últimos anos sua compania se acentuou,
Minha dor é minha vida!

sábado, 12 de dezembro de 2015

Tenho passado por diversos lugares e pessoas ultimamente. Já é máxima que esse velho sentimento não tem rosto, nem corpo, nem nome... sou eu.
Tenho pensado em uma nova direção. Sempre acreditei na atribuição ao terceiros, estava errado.
O que necessito é de alguém para me acompanhar e abrandar esse velho sentimento.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Pois é

Bem, estou na casa da minha ex namorada. Ajudando ela a se vestir (/escolhendo roupas e tal)

Pensei que seria estranho e tal voltar nesse lugar agora como amigo mas na real não é.
Tenho certeza agora de que isso já passou e o que tivemos ficou no passado.

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Queria ter alguém na minha vida para compartilhar esse momento. Não sei porque, mas minha necessidade de conversar a respeito da vida, do cotidiano vem aumentando drasticamente nos últimos dias, talvez minha solidão tenha ficado mais rigorosa.... como não há alguém para compartilhar, tristemente registro aqui.

Estava eu no terminal rodoviário da Barra Funda em São Paulo aguardando ônibus para Assis quando me deparei com uma cena curiosa. Sentados em poltronas próximo a mim, um homem negro é levado por um funcionário da rodoviária a até um dos bancos gesticulando muito. Achei estranho, mas logo me lembrei das notícias a respeito dos imigrantes haitianos que haviam vindo para o Brasil. Poderia esse homem ser um imigrante?
Ele ficou sozinho por um tempo, mas logo  puxou assunto com um homem que estava ao seu lado. Fiquei ainda mais curioso. Outro homem se aproximou. Fixei-me com toda atenção na cena e pude perceber que um dos homens tentava responder o negro em inglês.
Percebendo, eu logo me levantei e fui em direção aos três. Constatei que nenhum dos dois homens falavam inglês. Intervi. Descobri que de fato se travava de um haitiano, e estava pedido. Havia voado com uma escala em Quito. Queria seguir viagem para Itajaí. Chamei alguns funcionários, servi de intérprete por alguns momentos e logo estava ele em direção a seu destino. Muito educado, entre os diversos apertos de mãos ganhei no mínimo cinco abraços.

Queria ter alguém na minha vida para compartilhar esse momento. Não sei porque, mas minha necessidade de conversar a respeito da vida, do cotidiano vem aumentando drasticamente nos últimos dias, talvez minha solidão tenha ficado mais rigorosa.... como não há alguém para compartilhar, tristemente registro aqui.

Estava eu no terminal rodoviário da Barra Funda em São Paulo aguardando ônibus para Assis quando me deparei com uma cena curiosa. Sentados em poltronas próximo a mim, um homem negro é levado por um funcionário da rodoviária a até um dos bancos gesticulando muito. Achei estranho, mas logo me lembrei das notícias a respeito dos imigrantes haitianos que haviam vindo para o Brasil. Poderia esse homem ser um imigrante?
Ele ficou sozinho por um tempo, mas logo  puxou assunto com um homem que estava ao seu lado. Fiquei ainda mais curioso. Outro homem se aproximou. Fixei-me com toda atenção na cena e pude perceber que um dos homens tentava responder o negro em inglês.
Percebendo, eu logo me levantei e fui em direção aos três. Constatei que nenhum dos dois homens falavam inglês. Intervi. Descobri que de fato se travava de um haitiano, e estava pedido. Havia voado com uma escala em Quito. Queria seguir viagem para Itajaí. Chamei alguns funcionários, servi de intérprete por alguns momentos e logo estava ele em direção a seu destino. Muito educado, entre os diversos apertos de mãos ganhei no mínimo cinco abraços.

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Consciência?

Há alguma coisa aqui
Que me faz dormir
Que me faz sumir

Inexisto!
Por falta de vontade
Por medo ou vaidade
Medo des olhares.

De tempos em tempos
Com ou sem ventos
Dia ou noite
Após longo açoite
Apareço.

sábado, 18 de abril de 2015

Acho que já posso parar
Ficar no meu lugar
Cansei de desencontrar
Eu mesmo
Não sei
Onde fui parar.
Foi apenas
Uma viagem para me encontrar?
Acabou e tudo que sei
É quem não sou.
O que sou ainda é difícil
Tímido
Mínimo
Não lembro do meu próprio domínio...

segunda-feira, 16 de março de 2015

O caso Zafalon.

Recentemente me deparei com essa pessoa. Alguma coisa em mim quis se aproximar, e com poucas intenções sexuais. Há outros desejos a serem saciados. Contudo, da maneira como tenho experienciado a vida, a sensiblidade para a contemplação está perdida. Me encontro no tempo das simplificações. Como eu dizia, quanto mais próximos de mentes encantadoras menos "potencia" vejo nelas... Se eu não aprender a apreciar a submissão dos outros, meu destino se faz mais claro...

terça-feira, 3 de março de 2015

voltando a vida?

Novo retrospecto de uma existência cheia de altos e baixos.  A alguns meses terminei com minha namorada. Não suportava mais a ideia e a solidão ao lado dela. Confesso que já estou em melhor situação, mas ainda não encontrei meu caminho. A mudança em minha rotina após dois anos de namoro foi violenta. Busquei conforto... e encontrei.  Isso é apenas uma nota, pois para ser sincero acredito que ainda estou vivendo o processo de alguma coisa na qual eu não sei a resposta. Enfim, continuo...

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Nota de despedida

Io,  eu estou me odiando por isso,  você é uma das melhores pessoas que eu já conheci,  cuidadosa,  carinhosa,  me dá atenção,  se importa com meus sentimentos e é capaz de fazer tudo por mim.  Mas por alguma razão eu não consigo consigo continuar.  É muito difícil,  cuidar de você,  você precisa muito de mim,  e eu não consigo parar de penar em eu estar possivelmente perdendo meu tempo,  meus últimos momentos na faculdade com alguém que em breve estará na europa eu não tenho certeza se suportarei a distância em um momento tão caótico de minha vida,  quando eu me formar e voltar para ribeirão.  Por isso estou escrevendo esse ensaio de despedida.  Quero me certificar de que não estou fazendo a coisa errada.  Contudo é impossível,  eu queria estar apaixonado,  vivendo um grande amor,  me divertindo...  Feliz.,  mas não estou,  aceitei ficar com vocês por conta do seu jeitinho manhoso,  e carinha de bebê.  Espero que você nunca saia. Da minha vida,  contudo meu futuro não é com você.