Recentemente completei um ano em Ribeirão, na casa do meu pai e minha vida nunca foi tão infeliz. Ainda estou me perguntando as razões para tal desprazer. No fundo acredito que tem me faltado coragem. Não estou assumindo riscos e mais uma vez estou vivendo para as impressões. Consegui um emprego deprimente, sou subjulgado por pessoas completamente ignorantes e desprovidas de qualquer sensibilidade ou sentido. Um festival de vazio, quando muito algum valor metafísico.
O pior de tudo isso é que não estou encontrando saída para isso. Tenho olhado para todos lados e atento a todos os olhares, e como sempre essa vontade niilista me abraça. Por hora apenas alguns planos me consolam. Minha existência nesse último ano está carregada de péssimos adjetivos.
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