Tenho passado por diversos lugares e pessoas ultimamente. Já é máxima que esse velho sentimento não tem rosto, nem corpo, nem nome... sou eu.
Tenho pensado em uma nova direção. Sempre acreditei na atribuição ao terceiros, estava errado.
O que necessito é de alguém para me acompanhar e abrandar esse velho sentimento.
sábado, 12 de dezembro de 2015
quinta-feira, 10 de dezembro de 2015
Pois é
Bem, estou na casa da minha ex namorada. Ajudando ela a se vestir (/escolhendo roupas e tal)
Pensei que seria estranho e tal voltar nesse lugar agora como amigo mas na real não é.
Tenho certeza agora de que isso já passou e o que tivemos ficou no passado.
quarta-feira, 21 de outubro de 2015
Queria ter alguém na minha vida para compartilhar esse momento. Não sei porque, mas minha necessidade de conversar a respeito da vida, do cotidiano vem aumentando drasticamente nos últimos dias, talvez minha solidão tenha ficado mais rigorosa.... como não há alguém para compartilhar, tristemente registro aqui.
Estava eu no terminal rodoviário da Barra Funda em São Paulo aguardando ônibus para Assis quando me deparei com uma cena curiosa. Sentados em poltronas próximo a mim, um homem negro é levado por um funcionário da rodoviária a até um dos bancos gesticulando muito. Achei estranho, mas logo me lembrei das notícias a respeito dos imigrantes haitianos que haviam vindo para o Brasil. Poderia esse homem ser um imigrante?
Ele ficou sozinho por um tempo, mas logo puxou assunto com um homem que estava ao seu lado. Fiquei ainda mais curioso. Outro homem se aproximou. Fixei-me com toda atenção na cena e pude perceber que um dos homens tentava responder o negro em inglês.
Percebendo, eu logo me levantei e fui em direção aos três. Constatei que nenhum dos dois homens falavam inglês. Intervi. Descobri que de fato se travava de um haitiano, e estava pedido. Havia voado com uma escala em Quito. Queria seguir viagem para Itajaí. Chamei alguns funcionários, servi de intérprete por alguns momentos e logo estava ele em direção a seu destino. Muito educado, entre os diversos apertos de mãos ganhei no mínimo cinco abraços.
Queria ter alguém na minha vida para compartilhar esse momento. Não sei porque, mas minha necessidade de conversar a respeito da vida, do cotidiano vem aumentando drasticamente nos últimos dias, talvez minha solidão tenha ficado mais rigorosa.... como não há alguém para compartilhar, tristemente registro aqui.
Estava eu no terminal rodoviário da Barra Funda em São Paulo aguardando ônibus para Assis quando me deparei com uma cena curiosa. Sentados em poltronas próximo a mim, um homem negro é levado por um funcionário da rodoviária a até um dos bancos gesticulando muito. Achei estranho, mas logo me lembrei das notícias a respeito dos imigrantes haitianos que haviam vindo para o Brasil. Poderia esse homem ser um imigrante?
Ele ficou sozinho por um tempo, mas logo puxou assunto com um homem que estava ao seu lado. Fiquei ainda mais curioso. Outro homem se aproximou. Fixei-me com toda atenção na cena e pude perceber que um dos homens tentava responder o negro em inglês.
Percebendo, eu logo me levantei e fui em direção aos três. Constatei que nenhum dos dois homens falavam inglês. Intervi. Descobri que de fato se travava de um haitiano, e estava pedido. Havia voado com uma escala em Quito. Queria seguir viagem para Itajaí. Chamei alguns funcionários, servi de intérprete por alguns momentos e logo estava ele em direção a seu destino. Muito educado, entre os diversos apertos de mãos ganhei no mínimo cinco abraços.
segunda-feira, 27 de julho de 2015
Consciência?
Há alguma coisa aqui
Que me faz dormir
Que me faz sumir
Inexisto!
Por falta de vontade
Por medo ou vaidade
Medo des olhares.
De tempos em tempos
Com ou sem ventos
Dia ou noite
Após longo açoite
Apareço.
sábado, 18 de abril de 2015
segunda-feira, 16 de março de 2015
O caso Zafalon.
Recentemente me deparei com essa pessoa. Alguma coisa em mim quis se aproximar, e com poucas intenções sexuais. Há outros desejos a serem saciados. Contudo, da maneira como tenho experienciado a vida, a sensiblidade para a contemplação está perdida. Me encontro no tempo das simplificações. Como eu dizia, quanto mais próximos de mentes encantadoras menos "potencia" vejo nelas... Se eu não aprender a apreciar a submissão dos outros, meu destino se faz mais claro...