De volta ao mesmo problema? Novamente vaguei, fundamento? Não há, apenas problemas emocionais.
Há necessidade de registrar aqui o que foram os anos Bruna. Porém, não será hoje.
Ao futuro
sexta-feira, 26 de março de 2021
Bruna.
sábado, 11 de fevereiro de 2017
Percebo que amo ideias. Pessoas precisam inspirar, caso contrário é difícil não se entediar.
Neste casa em específico há uma reviravolta, melhor eu esperei uma. Cá tenho uma pessoa da qual eu julgava ser um ser capaz de inspirar-me. Mas, outra vez me vejo rodeado de trivialidades.
Amei a ideia que criei dela, já ela...
sexta-feira, 18 de novembro de 2016
domingo, 13 de novembro de 2016
quarta-feira, 28 de setembro de 2016
terça-feira, 20 de setembro de 2016
Outra nota.
Me pego pensando na dificuldade que tenho em socializar, principalmente em flertar. Descobri tarde demais que estou na direção errada, contudo não é algo que eu possa mudar, minha trajetória, meus traumas me fizeram assim. Minha antipatia está na incapacidade de estabelecer conexões com as pessoas. Não por desinteresse, mas aparentemente tal coisa não é mais tão importante, basta um belo rosto e alguns amigos comentando "se viu que tal saiu com tal" que o relacionamento já ganha legitimidade.
Uma nota
As vozes nos imaginamos e até nos sentimos no topo do mundo. Uma sensação ótima. É o nosso momento, a vida flui, o mundo está a seu serviço, és admirado. Mas o efeito das bebidas passa, música abaixa e você está de volta a sua condição inicial. Sem glamour, sem adrenalina e sem vontade de seguir. Sua cabeça só pensa em quando será possível reviver tal experiência, seja na balada, seja na cama. No fim, aceitar a condição é difícil e dói. Quantas pessoais nesse país se denominam latino americanas? Um país feito de sucata, que dá o pouco que tem para viver as experiências dos ricos. Difícil dizer, mais difícil é aceitar.
Latino, pobre, ganha 3mil reais e no fundo do poço. O pior de tudo isso é que essa previsão é de alguém que está "bem de vida". Imagine os ruins...
Mais um
Recentemente completei um ano em Ribeirão, na casa do meu pai e minha vida nunca foi tão infeliz. Ainda estou me perguntando as razões para tal desprazer. No fundo acredito que tem me faltado coragem. Não estou assumindo riscos e mais uma vez estou vivendo para as impressões. Consegui um emprego deprimente, sou subjulgado por pessoas completamente ignorantes e desprovidas de qualquer sensibilidade ou sentido. Um festival de vazio, quando muito algum valor metafísico.
O pior de tudo isso é que não estou encontrando saída para isso. Tenho olhado para todos lados e atento a todos os olhares, e como sempre essa vontade niilista me abraça. Por hora apenas alguns planos me consolam. Minha existência nesse último ano está carregada de péssimos adjetivos.
terça-feira, 19 de abril de 2016
Isso provávelmente funcionaria bem como enredo de algum filme hilpster.
Cá estou eu, eu um velório, no meio da madrugada pensando o quando a vida é sem sentido. Concluindo que todos os rituais, palavras e etc. que são preferidas ao lado do cadáver são para confortar pessoas que possuem (assim como eu) desenvolvimento emocional igual de uma criança.