É muito estranho o quanto isso mexe comigo. Nem ao menos sei do que se trata, mas sinto
tão palpável quanto uma realidade.
Apenas uma ideia aparente carregada de idealizações e decepções. Está o
erro calcado na esperança de o sol nascer, de esvaziar a escuridão .. de partir
o véu que esconde? Não estou disposto a
desequilibrar em uma terceira, as duas primeiras e as contradições já foram o
suficiente para diminuir a distancia romântica e, condensar em normalismo o que
a ideia fazia ser excepcional.
Peso da maturidade ou aplicabilidade de filosofia pessoal
ante percepções inteligíveis?
(O caso da nomenclatura
mutante.)
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